sábado, 24 de julho de 2010

RS enfrenta sérios problemas por causa dos fortes ventos

ESTADO DE EMERGÊNCIA

Três cidades gaúchas decretaram estado de emergência após os ventos destruírem casas e deixarem pessoas desabrigadas. Canela, Nonoai e Ibiçá fizeram o pedido à Defesa Civil na última sexta-feira (23). Pelo menos outras duas cidades, Imigrante e Gramado, estudam fazer o mesmo.

Em Canela, 488 casas foram atingidas sendo que 81 ficaram destruídas. Em Imigrante, foram 100 casas danificadas e 20 destruídas. Em Nonoai e Ibiçá, 308 pessoas sofreram com as chuvas e 27 casas foram danificadas.


Jucicleide Barbosa

Na Bahia, 91 cidades estão em emergência; 41 devido à seca e 50 por causa da chuva

Heliana Frazão
Especial para o UOL Notícias
Em Salvador

Marcada pelos contrates, a Bahia apresenta situações antagônicas até no clima. Nesse período de inverno, enquanto parte dos municípios encontra-se em situação de emergência por causa da chuva, outra quantidade padece com os efeitos da longa estiagem.

No sudoeste do Estado, por exemplo, parte do Rio do Antonio secou, dando lugar a pedras e terra. É possível caminhar pelo leito do rio. Já na capital, Salvador (localizada no litoral) e áreas adjacentes, a situação é inversa: o índice pluviométrico mais que dobrou neste mês.

O volume de precipitações na cidade, nesse período, é o maior dos últimos 39 anos, conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) da Bahia. As chuvas recentes provocaram estragos e mortes, em consequência de desabamentos. Somente em 1971 se verificou um volume de chuvas parecido. Enquanto o esperado para o mês eram 184,9 mm, já choveu 450,6 mm, até a última sexta-feira (23).

Segundo o superintendente da Coordenação de Defesa Civil do Estado da Bahia (Coordec), Antonio Rodrigues, essas diferenças climáticas no Estado são históricas. Ocorrem em razão de a Bahia ser um estado grande, com 266 municípios localizados na região do semiárido, que enfrentam uma condição climática diferente daquela verificada na Mata Atlântica, no litoral e recôncavo.

Jucicleide Barbosa

segunda-feira, 19 de julho de 2010



Vídeo desenvolvido pelos alunos: Alexsandra Iris, Bruna, Erika Patrícia, Isabela Miranda, João Neiva e Wilma, para divulgação da empresa de reciclagem de papel (fictícia), num projeto implementado pela Data Micro - Informática.


Jucicleide Barbosa

Tempestade derrubou meio bilhão de árvores na Amazônia em 2005, diz estudo

Chuva e ventos fortes varreram a região central da floresta por dois dias.
Pesquisa que contabiliza a destruição é inédita.





Uma frente de tempestade que aconteceu na Amazônia em janeiro de 2005 foi responsável pela derrubada de 441 milhões a 663 milhões de árvores, mostra um estudo que ainda será publicado na revista "Geophysical Research Letters".

Que as fortes tempestades tropicais são responsáveis pela derrubada de árvores na Amazônia é algo amplamente conhecido, mas esta é a primeira pesquisa que faz um balanço da extensão que este fenômeno pode alcançar.

No caso de 2005, tratou-se de uma frente de de 1.000 km de extensão por 200 km de largura com ventos de até 145 quilômetros por hora que varreu a região central da bacia amazônica de sudoeste a nordeste durante dois dias, causando a morte de diversas pessoas em Manaus, Manacapuru e Santarém.

Quando uma árvore de maior porte é derrubada, leva junto outras que estão ao seu redor, abrindo uma clareira no denso dossel amazônico. Os autores do novo estudo analisaram imagens de satélite em que é possível identificar as clareiras e fizeram medições de campo para entender quantas árvores são derrubadas em média de acordo com o tamanho da área afetada. Com isso, puderam fazer um cálculo aproximado do total de árvores derrubadas em toda a região.

O resultado é surpreendente porque o total de vegetação derrubada equivale a 23% do total de carbono que se acredita que a Amazônia possa acumular em um ano de crescimento. Outro ponto importante da pesquisa é mostrar que a alta mortalidade de árvores em 2005 na Amazônia não se deve apenas à grande seca que atingiu o bioma naquele ano, já que sua porção central não foi atingida. Ali, foi a passagem da tempestade que destruiu parte da vegetação.

Jucicleide Barbosa

domingo, 11 de julho de 2010

TRÊS SEMANAS DEPOIS, PALMARES TRADUZ NAS RUAS, O TAMANHO DA TRAGÉDIA.





Jucicleide Barbosa

Os Estados de Pernambuco e Alagoas, vítimas da força da natureza ou da irresponsabilidade do ser humano?

As enchentes que assolaram as cidades do Estado de Pernambuco e Alagoas foram sem dúvida atribuídas a fúria da natureza. Isso porque o homem se nega admitir que é protagonista nestas grandes tragédias ambientais.

Enquanto continuarmos sujando nossos rios desenfreadamente essas tragégias tenderão a serem cada vez mais desvatadoras.

Um exemplo disso é o que foi visto em Palmares, a última grande cheia deste município ocorreu em 2000, foi vista como uma enchente de grandes propoções, causou destruição assustou a população pela grandeza, no entanto em comparação com a enchente ocorrida no último dia 18, poderíamos classifica-la como uma enchente mediana.

Moro no centro de Palmares, numa localização que não é comum ser afetada por enchentes, em 2000 foi registrado a marca de 75cm no térreo da minha residência, nesta enchente essa marca foi absudamente maior, registrei 50cm no 1º andar.

Outro dado importante é que na enchente de 2000 a quantidade de chuva foi superior a registrada na enchente recente.

Fica aqui o alerta! As tragédias ambientais tem ocorrido em maiores dimensões, cabe um estudo e principalmente um maior comprometimento do homem com as causas que levam a estas tragédias.


Jucicleide Barbosa