As emissões de dióxido de carbono (CO2), o gás que mais contribui para o aquecimento do planeta, poderiam subir mais de 3% e atingir níveis recordes em 2010 se a economia continuar avançando ao ritmo atual, segundo uma equipe de especialistas na revista Nature Geoscience.
Vários pesquisadores das universidades inglesas de Exeter e East Anglia, em colaboração com colegas de outros países, elaboraram um relatório sobre a evolução das emissões no mundo todo para contribuir com o Projeto Global de Carbono, criado em 2001 para analisar o ciclo global do gás.
O estudo assinala que, apesar da crise econômica que castigou o planeta em 2009, as emissões globais de CO2 procedente de combustíveis fósseis só estiveram esse ano 1,3% abaixo dos níveis recordes atingidos em 2008, menos da metade do que havia sido previsto.
Isto ocorreu porque, embora a crise tenha feito com que muitos países ocidentais reduzissem suas emissões (entre eles o Reino Unido, que diminuiu 8,6% com relação a 2008, EUA, Alemanha, Japão e França), houve aumento nas economias emergentes. Assim, vários países com economias em expansão registraram um aumento de emissões, como China (8%) e Índia (6,2%).
Pierre Friedlingstein, um dos autores do estudo, assinala que o descenso das emissões em 2009 não foi tão significativo como o esperado porque a queda do Produto Interno Bruto (PIB) mundial foi menor que o antecipado. Além disso, a intensidade do carbono - a quantidade de CO2 por unidade de PIB - "melhorou só 0,7% no ano passado, muito abaixo de sua média a longo prazo de 1,7% anual".
O estudo conclui que, se a economia globalizada avançar ao ritmo atual, as emissões de CO2 por combustível fóssil subirão mais de 3% este ano, se situando nos valores máximos registrados entre 2000 e 2008. A pesquisa também mostrou que as emissões globais de CO2 por desmatamento desceram 25% desde 2000 em comparação com os anos 1990, principalmente pela redução das emissões de desmatamento nos trópicos.
Jucicleide Barbosa
OBSERVATÓRIO DO AMBIENTE
O Blog pretende: reunir reportagens sobre tragédias ambientais locais, regionais, nacionais e internacionais, como ponto de partida da comprovação do Aquecimento Global, e ser um Forum de discussão permanente.
domingo, 21 de novembro de 2010
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Lei dos Resíduos Sólidos cria economia da logística reversa
O cidadão tem papel importante, mas, agora, uma nova lei obriga as empresas a darem um fim correto aos produtos. É a Lei dos Resíduos Sólidos. Depois de 21 anos tramitando no Congresso, ela foi aprovada este ano. Foi promulgada e está em vigor.
Essa lei obriga produtores, distribuidores e importadores a se responsabilizar por todo ciclo do seu produto: eletrodomésticos, lâmpada, embalagens, pilhas, celulares, baterias. Eles terão que se responsabilizar por voltar esse produto, separar e dar um destino final.
Qual é a vantagem disso? Além da limpeza do planeta, vai se criar uma economia a parte, uma economia que eles chamam de economia da logística reversa. Ou seja, empresas vão se especializar e já estão se especializando, vão contratar pessoas, gerar renda e emprego para fazer esse trabalho de pegar o produto, separar, distribuir e dar um destino final.
Jucicleide Barbosa
Essa lei obriga produtores, distribuidores e importadores a se responsabilizar por todo ciclo do seu produto: eletrodomésticos, lâmpada, embalagens, pilhas, celulares, baterias. Eles terão que se responsabilizar por voltar esse produto, separar e dar um destino final.
Qual é a vantagem disso? Além da limpeza do planeta, vai se criar uma economia a parte, uma economia que eles chamam de economia da logística reversa. Ou seja, empresas vão se especializar e já estão se especializando, vão contratar pessoas, gerar renda e emprego para fazer esse trabalho de pegar o produto, separar, distribuir e dar um destino final.
Jucicleide Barbosa
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Mudança climática provoca bolhas de queimaduras em baleias, diz estudo

As baleias da Califórnia (EUA) estão começando a sofrer de um mal: bolhas de queimaduras provocadas pelos raios solares.
Pesquisadores que acompanharam os cetáceos durante três anos afirmam que a radiação ultravioleta (UV) e o dano à camada de ozônio são a causa do problema.
As baleias se queimam quando saem das águas para descansar ou para alimentar suas crias.
"Esta é a primeira evidência que o raio ultravioleta pode lesar a pele dos cetáceos, mas é difícil dizer qual será o impacto na saúde delas", explica Laura Martinez-Levasseur, do Instituto de Zoologia e da Universidade de Londres Queem Mary, ambos no Reino Unido.
Entre 2007 e 2009, a pesquisadora e equipe estudaram espécies diferentes de baleias, realizando autópsia da pele de 142 animais. As baleias-azuis são as que mais sofrem com a exposição solar --não foram encontrados sintomas mais graves como a presença de melanomas (câncer de pele) ou de outros tipos de doenças decorrentes do sol.
O estudo, entretanto, é posto em dúvida por alguns meteorologistas consultados pela "New Scientist". "Eu seria mais precavido sobre a correlação com o esgotamento da camada do ozônio", comenta Guus Velder da Agência Ambiental da Holanda.
A pesquisa agora parte para outra fase: Martinez-Levasseur e colegas querem descobrir se há aumento na atividade genética dos cetáceos como meio de se protegerem contra a UV.
ANDY COGHLAN
DA "NEW SCIENTIST"
Jucicleide Barbosa
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Baía do Pantanal enfrenta a maior seca da história
Hoje a régua que mede o nível da água não serve para nada. O pior cenário que já se tinha registrado foi em 1972, quando ela marcava 33 cm. Hoje não se tem como medir mais.
Ao sul de Cuiabá a terceira maior Baía do Pantanal enfrenta a pior seca da história.
Normalmente nesta época do ano a baía tem ainda dez mil hectares alagados. Hoje quase metade disso já secou. Numa área equivalente a de cinco mil campos de futebol, os peixes foram embora e deram lugar ao gado. Ficou também o que morreu no fundo da baía.
A área de vegetação chamada Ilha do Caco, como o próprio nome já diz, é um lugar que fica cercado de água inclusive no período de estiagem. Agora o que era uma ilha já se juntou à terra firme
A água da Baía de Chacororé vazou para outra baía, a de Siá Mariana. Mesmo nesta época do ano,normalmente o lugar ainda está coberto por água. A barragem que fica entre as Baías de Chacororé e Siá Mariana foi colocada aqui justamente para impedir que a água de Chacororé vaze muito rapidamente para Siá Mariana. O problema é que recentemente as pontas dessa barragem foram destruídas e agora está funcionando como um grande ralo sugando ainda mais a água de Chacororé
O rompimento da barragem para facilitar a pesca predatória é um problema recente. Mas outra interferência humana, mais antiga, também prejudica a baía.
Mesmo que as medidas necessárias fossem tomadas imediatamente, a previsão das autoridades é que vai demorar no mínimo cinco anos para o Pantanal voltar a ser o que era.
Jucicleide Barbosa
Ao sul de Cuiabá a terceira maior Baía do Pantanal enfrenta a pior seca da história.
Normalmente nesta época do ano a baía tem ainda dez mil hectares alagados. Hoje quase metade disso já secou. Numa área equivalente a de cinco mil campos de futebol, os peixes foram embora e deram lugar ao gado. Ficou também o que morreu no fundo da baía.
A área de vegetação chamada Ilha do Caco, como o próprio nome já diz, é um lugar que fica cercado de água inclusive no período de estiagem. Agora o que era uma ilha já se juntou à terra firme
A água da Baía de Chacororé vazou para outra baía, a de Siá Mariana. Mesmo nesta época do ano,normalmente o lugar ainda está coberto por água. A barragem que fica entre as Baías de Chacororé e Siá Mariana foi colocada aqui justamente para impedir que a água de Chacororé vaze muito rapidamente para Siá Mariana. O problema é que recentemente as pontas dessa barragem foram destruídas e agora está funcionando como um grande ralo sugando ainda mais a água de Chacororé
O rompimento da barragem para facilitar a pesca predatória é um problema recente. Mas outra interferência humana, mais antiga, também prejudica a baía.
Mesmo que as medidas necessárias fossem tomadas imediatamente, a previsão das autoridades é que vai demorar no mínimo cinco anos para o Pantanal voltar a ser o que era.
Jucicleide Barbosa
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Circuito Tela Verde chega às escolas de Caruaru
Em comemoração ao primeiro aniversário do Parque Ambientalista Severino Montenegro, alunos da rede pública municipal vão receber um reforço na educação ambiental a partir dessa terça feira (17).
O Circuito Tela Verde, uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente, reúne produções cinematográficas com temas socioambientais e pretende sensibilizar os jovens e a sociedade.
Quatro escolas, sendo três da zona urbana e uma da zona rural, serão beneficiadas com o projeto que após exibir a sessão de filmes, vai envolver as crianças com brincadeiras educativas de questões ambientais.
Da redação Caruaru360graus
PARABÉNS! Fantástica iniciativa! somente com informação, envolvendo nossas e crianças e jovens, poderemos mudar o cenário mundial de degradação ambiental.
Jucicleide Barbosa
domingo, 8 de agosto de 2010
Bloco de gelo gigante se solta de geleira na Groenlândia Iceberg

Milhares de icebergs se formam todos os anos na Groenlândia
Um bloco gigante de gelo medindo 260 quilômetros quadrados se soltou de uma geleira na Groenlândia, segundo disseram nesta sexta-feira cientistas da Universidade de Delaware, nos Estados Unidos.
O bloco se separou da geleira Petermann, na costa noroeste da Groenlândia, a cerca de mil quilômetros sul do Pólo Norte.
O iceberg é quatro vezes maior do que a ilha de Manhattan e sua grossura corresponde a metade da altura do edifício Empire State, em Nova York.
Este é o maior iceberg a se formar no Ártico desde 1962, segundo o professor Andréas Muenchow.
Navegação
O gelo poderá agora ficar congelado onde está durante o inverno ou seguir pelas águas entre a Groenlândia e o Canadá.
Se o iceberg seguir rumo ao sul, poderá interferir em rotas de navegação, segundo Muenchow.
Cientistas já haviam observado rachaduras na geleira no ano passado e esperavam que um bloco se soltasse em breve, formando um iceberg.
Segundo o professor, um pesquisador do Serviço de Gelo Canadense detectou o bloco se soltando na quinta-feira a partir de imagens de um satélite da Nasa, a agência espacial americana.
As imagens mostravam que a geleira perdeu cerca de um quarto de seus 70 quilômetros.
Há água fresca suficiente no iceberg para “manter todas as torneiras públicas dos Estados Unidos com água corrente durante 120 dias”, segundo ele.
Para Muenchow, está claro que o evento foi causado pelo aquecimento global.
Os primeiros seis meses de 2010 foram os mais quentes no planeta desde que começaram os registros das temperaturas, em 1850.
Milhares de icebergs se formam na Groenlândia todos os anos, mas eles raramente são tão grandes.
Jucicleide Barbosa
China, Índia e Paquistão sofrem com fortes chuvas e deslizamentos
Chuvas, enchentes e consequentes deslizamentos de terra deixaram milhares de chineses, paquistaneses e indianos mortos e desabrigados nos últimos dias. Equipes de resgate lutam para encontrar sobreviventes e retirar famílias de áreas ainda em risco. Veja a situação de cada país atingido pelas chuvas:
China
Deslizamentos atingiram neste domingo (8) uma cidade no noroeste da China, matando pelo menos 127 pessoas e deixando quase 1.300 moradores desaparecidos, enquanto equipes de resgate cavavam em casas soterradas e tentavam explodir escombros que estão bloqueando rios.
A massa de água, lama e pedras atingiu o Condado de Zhouqu, na Prefeitura Tibetana Autônoma de Gannan, na província de Gansu, uma região dominada por precipícios e morros, após chuvas torrenciais terem caído no final do sábado, informou a agência de notícias Xinhua, citando autoridades locais.
O escoamento das chuvas causou um deslizamento de terra no rio Bailong, que passa pela cidade de Zhouqu. O rio, bloqueado em um pequeno vale, passou então a transbordar, causando enchentes e deslizamentos que atingiram a cidade após a meia-noite, danificando uma pequena usina hidrelétrica e deixando pelo menos 127 mortos, de acordo com a Xinhua.
Mais chuvas são esperadas no rio na terça-feira.Uma vila com 300 casas foi soterrada, segundo informações oficiais.
"É muito difícil localizar as pessoas que são levadas por enchentes. É difícil dizer quais são suas chances de sobrevivência", afirmou He Youxin, autoridade da Polícia Armada do Povo que está organizando os esforços de resgate. "Como os escavadores não conseguem chegar ao local, só podemos usar pás e nossas mãos para resgatar os soterrados."
Cerca de 2.800 soldados e 100 membros de equipes médicas foram ao local para ajudar, e 5.000 tendas estavam sendo enviadas para a cidade, informou a Xinhua.
Paquistão
Ao menos 1.600 já morreram e 4 milhões aguardam ajuda nas piores enchentes nos últimos 80 anos no país.O preço de frutas e vegetais aumentou neste domingo, com mais de 405 hectares de plantações destruídas. As últimas mortes incluem ao menos 53 pessoas soterradas em dois vilarejos do norte de Gilgit-Baltistan, informou o oficial do governo Ali Mohamamd Sikandar.

Milhares de pessoas morreram e outras centenas estão desaparecidas.
Sobreviventes aguardam ajuda em áreas isoladas e de difícil acesso.
O Paquistão tem recebido ajuda internacional para fornecer comida e abrigo para os afetados pelas cheias. O número de afetados pode subir, já que as chuvas não pararam. As buscas e resgates são prejudicados com a água ininterrupta. O rio Indo transbordou próximo à cidade de Sukkur, no sul da província de Sindh, neste domingo (8), alagando o vilarejo de Mor Khan Jatoi. "Estamos sentados aqui com nada nas mãos; sem abrigo, sem comida. Estamos desprotegidos e sofrendo", disse à agência Associated Press Allah Bux, vítima das chuvas.
O enviado especial da ONU à região, Jean-Maurice Ripert, disse que seriam necessários bilhões de dólares para ajudar na recuperação do desastre.
Índia
Na Caxemira indiana, as equipes de resgate lutam para encontrar 500 pessoas desaparecidas após as chuvas terem matado 132. Outras 500 pessoas estão feridas.
As fortes chuvas não haviam sido previstas para a região. As águas danificaram casas, torres de telefonia e edifícios governamentais na cidade de Leh, no Estado de Jammu e Caxemira. "A rápida inundação e os deslizamentos de terra pegaram as pessoas de surpresa durante a noite e destruíram suas casas", disse o ministro de Turismo da Caxemira, Nawang Rigzin Jora.
Mais de 6 mil soldados indianos estão envolvidos nas operações de socorro e ajuda, afirmou um porta-voz militar.
"Por enquanto várias centenas de pessoas foram resgatadas pelo Exército, 270 vítimas foram recebidas no hospital militar", disse em comunicado o Ministério da Defesa.

Jucicleide Barbosa
China
Deslizamentos atingiram neste domingo (8) uma cidade no noroeste da China, matando pelo menos 127 pessoas e deixando quase 1.300 moradores desaparecidos, enquanto equipes de resgate cavavam em casas soterradas e tentavam explodir escombros que estão bloqueando rios.
A massa de água, lama e pedras atingiu o Condado de Zhouqu, na Prefeitura Tibetana Autônoma de Gannan, na província de Gansu, uma região dominada por precipícios e morros, após chuvas torrenciais terem caído no final do sábado, informou a agência de notícias Xinhua, citando autoridades locais.
O escoamento das chuvas causou um deslizamento de terra no rio Bailong, que passa pela cidade de Zhouqu. O rio, bloqueado em um pequeno vale, passou então a transbordar, causando enchentes e deslizamentos que atingiram a cidade após a meia-noite, danificando uma pequena usina hidrelétrica e deixando pelo menos 127 mortos, de acordo com a Xinhua.
Mais chuvas são esperadas no rio na terça-feira.Uma vila com 300 casas foi soterrada, segundo informações oficiais.
"É muito difícil localizar as pessoas que são levadas por enchentes. É difícil dizer quais são suas chances de sobrevivência", afirmou He Youxin, autoridade da Polícia Armada do Povo que está organizando os esforços de resgate. "Como os escavadores não conseguem chegar ao local, só podemos usar pás e nossas mãos para resgatar os soterrados."
Cerca de 2.800 soldados e 100 membros de equipes médicas foram ao local para ajudar, e 5.000 tendas estavam sendo enviadas para a cidade, informou a Xinhua.
Paquistão
Ao menos 1.600 já morreram e 4 milhões aguardam ajuda nas piores enchentes nos últimos 80 anos no país.O preço de frutas e vegetais aumentou neste domingo, com mais de 405 hectares de plantações destruídas. As últimas mortes incluem ao menos 53 pessoas soterradas em dois vilarejos do norte de Gilgit-Baltistan, informou o oficial do governo Ali Mohamamd Sikandar.

Milhares de pessoas morreram e outras centenas estão desaparecidas.
Sobreviventes aguardam ajuda em áreas isoladas e de difícil acesso.
O Paquistão tem recebido ajuda internacional para fornecer comida e abrigo para os afetados pelas cheias. O número de afetados pode subir, já que as chuvas não pararam. As buscas e resgates são prejudicados com a água ininterrupta. O rio Indo transbordou próximo à cidade de Sukkur, no sul da província de Sindh, neste domingo (8), alagando o vilarejo de Mor Khan Jatoi. "Estamos sentados aqui com nada nas mãos; sem abrigo, sem comida. Estamos desprotegidos e sofrendo", disse à agência Associated Press Allah Bux, vítima das chuvas.
O enviado especial da ONU à região, Jean-Maurice Ripert, disse que seriam necessários bilhões de dólares para ajudar na recuperação do desastre.
Índia
Na Caxemira indiana, as equipes de resgate lutam para encontrar 500 pessoas desaparecidas após as chuvas terem matado 132. Outras 500 pessoas estão feridas.
As fortes chuvas não haviam sido previstas para a região. As águas danificaram casas, torres de telefonia e edifícios governamentais na cidade de Leh, no Estado de Jammu e Caxemira. "A rápida inundação e os deslizamentos de terra pegaram as pessoas de surpresa durante a noite e destruíram suas casas", disse o ministro de Turismo da Caxemira, Nawang Rigzin Jora.
Mais de 6 mil soldados indianos estão envolvidos nas operações de socorro e ajuda, afirmou um porta-voz militar.
"Por enquanto várias centenas de pessoas foram resgatadas pelo Exército, 270 vítimas foram recebidas no hospital militar", disse em comunicado o Ministério da Defesa.

Jucicleide Barbosa
Sobe para 15 o número de mortes por inundações na Europa central
Na Alemanha, mais de 1.400 foram retirados de cidade perto da Polônia.
Equipes de resgate ajudam na retirada de pessoas de cidades afetadas.
Equipes de resgate tentavam limpar a destruição causada pelas inundações ocorridas na Europa central, incluindo carros danificados, e retirar as vítimas dos locais de risco depois das fortes chuvas que atingiram a região e causaram a morte de pelo menos 15 pessoas durante o fim de semana.
Tempestades que caíram no sábado (7) causaram o transbordamento de rios e fizeram uma represa romper, submergindo cidades na fronteira sudoeste da Polônia e matando ao menos três pessoas, disseram neste domingo (8) autoridades polonesas.

Uma mulher se afogou na cidade de Bogatynia no sábado. O corpo de outra mulher e de um membro das equipes de resgate que foi levado pela água após o rompimento de uma represa, no sábado, foram encontrados neste domingo, disse à Reuters um porta-voz do Corpo de Bombeiros.
Danos causados por tempestades e mortes também foram relatados em países vizinhos, como Alemanha, República Tcheca e Lituânia.
"Não tivemos alerta. Em menos de uma hora nossa cidade ficou totalmente inundada até o primeiro andar, muitas casas desabaram e fomos isolados do mundo," disse o prefeito de Bogatynia, Andrzej Grzmielewicz, à emissora de televisão TVN24.

Desde então, o Exército deslocou pesados equipamentos e aeronaves para retirar as vítimas das enchentes e limpar os restos de escombros, incluindo carros danificados, que estão bloqueando as estreitas ruas da cidade.
A ruptura de uma represa em um reservatório próximo a Niedow foi responsável pela velocidade da elevação da água, e mais chuvas podem causar um caos ainda mais grandioso, alertou o ministro do Interior, Jerzy Miller.
Por enquanto, os meteorologistas poloneses não preveem fortes tempestades.
Na Alemanha, autoridades retiraram mais de 1.400 pessoas da cidade de Georlitz, na fronteira com a Polônia. Na República Tcheca, a agência de notícias CTK informou que três pessoas morreram por inundações no norte do país.
Mais membros das equipes de resgate e soldados foram chamados para ajudar na retirada de pessoas das cidades mais afetadas, usando helicópteros para chegar a vilarejos isolados pelos rios que transbordaram.
Jucicleide Barbosa
Equipes de resgate ajudam na retirada de pessoas de cidades afetadas.
Equipes de resgate tentavam limpar a destruição causada pelas inundações ocorridas na Europa central, incluindo carros danificados, e retirar as vítimas dos locais de risco depois das fortes chuvas que atingiram a região e causaram a morte de pelo menos 15 pessoas durante o fim de semana.
Tempestades que caíram no sábado (7) causaram o transbordamento de rios e fizeram uma represa romper, submergindo cidades na fronteira sudoeste da Polônia e matando ao menos três pessoas, disseram neste domingo (8) autoridades polonesas.

Uma mulher se afogou na cidade de Bogatynia no sábado. O corpo de outra mulher e de um membro das equipes de resgate que foi levado pela água após o rompimento de uma represa, no sábado, foram encontrados neste domingo, disse à Reuters um porta-voz do Corpo de Bombeiros.
Danos causados por tempestades e mortes também foram relatados em países vizinhos, como Alemanha, República Tcheca e Lituânia.
"Não tivemos alerta. Em menos de uma hora nossa cidade ficou totalmente inundada até o primeiro andar, muitas casas desabaram e fomos isolados do mundo," disse o prefeito de Bogatynia, Andrzej Grzmielewicz, à emissora de televisão TVN24.

Desde então, o Exército deslocou pesados equipamentos e aeronaves para retirar as vítimas das enchentes e limpar os restos de escombros, incluindo carros danificados, que estão bloqueando as estreitas ruas da cidade.
A ruptura de uma represa em um reservatório próximo a Niedow foi responsável pela velocidade da elevação da água, e mais chuvas podem causar um caos ainda mais grandioso, alertou o ministro do Interior, Jerzy Miller.
Por enquanto, os meteorologistas poloneses não preveem fortes tempestades.
Na Alemanha, autoridades retiraram mais de 1.400 pessoas da cidade de Georlitz, na fronteira com a Polônia. Na República Tcheca, a agência de notícias CTK informou que três pessoas morreram por inundações no norte do país.
Mais membros das equipes de resgate e soldados foram chamados para ajudar na retirada de pessoas das cidades mais afetadas, usando helicópteros para chegar a vilarejos isolados pelos rios que transbordaram.
Jucicleide Barbosa
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Massa polar aumenta frio na Região Sul e temperaturas devem ficar abaixo de zero
Lúcia Nórcio
Repórter da Agência Brasil
Curitiba - A semana inicia com frio intenso em toda a Região Sul devido à chegada de uma massa de ar polar vinda da Argentina. De acordo com o meteorologista Flávio Varone, do 8º Distrito do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em Porto Alegre, os termômetros deverão marcar temperaturas abaixo de zero em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul até a próxima quarta feira (4).
'As mais baixas temperaturas hoje foram registradas em Cambará do Sul (RS) -2,7 graus Celsius (ºC), em São Joaquim (SC) -2,5 ºC e no município paranaense de General Carneiro onde a mínima ficou em 2,1 ºC', disse o meteorologista.
Segundo Flávio, o Inmet registrou a ocorrência de geadas nessa madrugada em 15 estações meteorológicas da Região Sul.
Não há previsão de chuvas fortes para as próximas horas. No Oeste de Santa Catarina deve chover moderadamente.
A previsão do Instituto Tecnológico Simepar é que hoje, no Paraná, as chuvas ocorram especialmente na região central e norte. Já no leste a instabilidade fica elevada por conta dos ventos úmidos que chegam do oceano, garantindo um dia de céu encoberto e chuvas fracas a qualquer hora do dia.
Jucicleide Barbosa
Edição: Lílian Beraldo
Agência Brasil - Todos os direitos reservados.
Repórter da Agência Brasil
Curitiba - A semana inicia com frio intenso em toda a Região Sul devido à chegada de uma massa de ar polar vinda da Argentina. De acordo com o meteorologista Flávio Varone, do 8º Distrito do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), em Porto Alegre, os termômetros deverão marcar temperaturas abaixo de zero em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul até a próxima quarta feira (4).
'As mais baixas temperaturas hoje foram registradas em Cambará do Sul (RS) -2,7 graus Celsius (ºC), em São Joaquim (SC) -2,5 ºC e no município paranaense de General Carneiro onde a mínima ficou em 2,1 ºC', disse o meteorologista.
Segundo Flávio, o Inmet registrou a ocorrência de geadas nessa madrugada em 15 estações meteorológicas da Região Sul.
Não há previsão de chuvas fortes para as próximas horas. No Oeste de Santa Catarina deve chover moderadamente.
A previsão do Instituto Tecnológico Simepar é que hoje, no Paraná, as chuvas ocorram especialmente na região central e norte. Já no leste a instabilidade fica elevada por conta dos ventos úmidos que chegam do oceano, garantindo um dia de céu encoberto e chuvas fracas a qualquer hora do dia.
Jucicleide Barbosa
Edição: Lílian Beraldo
Agência Brasil - Todos os direitos reservados.
domingo, 1 de agosto de 2010
TERREMOTO NO IRÃ DEIXA 270 FERIDOS
Escrito por Keller Steglish
Sáb, 31 de Julho de 2010 13:02
Pelo menos 270 pessoas ficaram feridas devido á um terremoto no nordeste do Irã. O cismo de 5,7 graus na escala Richter deixou as pessoas temerosas, com medo de réplicas. Por causa do medo de novos abalos, muitos buscaram refúgio nas ruas das cidades e em parques. Incidentes desse tipo são comuns no Irã. 30 mil pessoas morreram em 2003, quando um terremoto atingiu a região de Bam, no sudoeste do país.
Jucicleide Barbosa
Sáb, 31 de Julho de 2010 13:02
Pelo menos 270 pessoas ficaram feridas devido á um terremoto no nordeste do Irã. O cismo de 5,7 graus na escala Richter deixou as pessoas temerosas, com medo de réplicas. Por causa do medo de novos abalos, muitos buscaram refúgio nas ruas das cidades e em parques. Incidentes desse tipo são comuns no Irã. 30 mil pessoas morreram em 2003, quando um terremoto atingiu a região de Bam, no sudoeste do país.
Jucicleide Barbosa
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