CURIOSIDADES

RECICLAGEM

A reciclagem é um processo industrial que converte o lixo descartado (matéria-prima secundária) em produto semelhante ao inicial ou outro. Reciclar é economizar energia, poupar recursos naturais e trazer de volta ao ciclo produtivo o que é jogado fora. A palavra reciclagem foi introduzida ao vocabulário internacional no final da década de 80, quando foi constatado que as fontes de petróleo e outras matérias-primas não renováveis estavam e estão se esgotando. Reciclar significa = Re (repetir) + Cycle (ciclo).

Para compreendermos a reciclagem, é importante "reciclarmos" o conceito que temos de lixo, deixando de enxergá-lo como uma coisa suja e inútil em sua totalidade. O primeiro passo é perceber que o lixo é fonte de riqueza e que para ser reciclado deve ser separado. Ele pode ser separado de diversas maneiras, sendo a mais simples separar o lixo orgânico do inorgânico (lixo molhado/ lixo seco).

Na natureza nada se perde. Seres vivos chamados decompositores "comem" material sem vida ou em decomposição. Eles dividem a matéria para que ela possa ser reciclada e usada de novo. Esse é o chamado material biodegradável. Quando um animal morre, ele é reciclado pela natureza. Quando um material é dividido em pequenas peças, as bactérias e fungos, os mais importantes decompositores, já podem trabalhar.
A decomposição aeróbia é mais completa que a anaeróbia por gerar gás carbônico, vapor de água e os sais minerais, substâncias indispensáveis ao crescimento de todos os vegetais, o qual gera o húmus, ótimo adubo para o solo.
No processo anaeróbio, são gerados os gases (metano e sulfídrico), que causam um odor desagradável; a decomposição anaeróbia produz um líquido escuro denominado chorume (líquido com grande quantidade de poluentes) encontrado normalmente no fundo das latas de lixo. Este chorume é o principal causador da contaminação dos rios e do lençol freático.

A reciclagem traz os seguintes benefícios:
* Contribui para diminuir a poluição do solo, água e ar.
* Melhora a limpeza da cidade e a qualidade de vida da população.
* Prolonga a vida útil de aterros sanitários.
* Melhora a produção de compostos orgânicos.
* Gera empregos para a população não qualificada.
* Gera receita com a comercialização dos recicláveis.
* Estimula a concorrência, uma vez que produtos gerados a partir dos reciclados são comercializados em paralelo àqueles gerados a partir de matérias-primas virgens.
* Contribui para a valorização da limpeza pública e para formar uma consciência ecológica.
No Brasil, seria importante que as pequenas e médias empresas recicladoras tivessem apoio financeiro e tecnológico para melhorar suas tecnologias de reciclagem, pois assim estariam contribuindo na geração de empregos, na diminuição de lixo e na produção de produtos de melhor qualidade com tecnologia "limpa".
A grande solução para os resíduos sólidos é aquela que prevê a máxima redução da quantidade de resíduos na fonte geradora. Quando os resíduos não podem ser evitados, deverão ser reciclados por reutilização ou recuperação, de tal modo que seja o mínimo possível o que tenha como destino final os aterros sanitários.
A reciclagem surgiu como uma maneira de reintroduzir no sistema uma parte da matéria (e da energia), que se tornaria lixo. Assim desviados, os resíduos são coletados, separados e processados para serem usados como matéria-prima na manufatura de bens, os quais eram feitos anteriormente com matéria prima virgem. Dessa forma, os recursos naturais ficam menos comprometidos.

Regina Celly Rodrigues Fernandes


VEGETAÇÃO DA CAATINGA

A caatinga é uma vegetação da região do semi-árida, abrangendo 800 mil quilômetros quadrados, cuja característica desta vegetação é ausência de folhas durante a estação seca. A diversidade de todas as espécies de herbácea na caatinga ainda não são conhecidas em decorrência da falta de estudos. Trata-se de um bioma único do Brasil, onde as herbáceas comuns são aproveitadas como forrageiras, medicinal, ornamental e lenhosa. No entanto, essa riqueza esta sendo depredadas pelo homem, algumas espécies estão ameaçadas de extinção e algumas áreas em inicio de processo de desertificação.

As principais espécies forrageiras da caatinga são utilizadas para outras atividades como: Camaratuaba, utilizada na alimentação animal, na ornamentação, e na produção de madeira; Carqueija, utilizada na alimentação animal e na ornamentação; Catingueira verdadeira, utilizada na alimentação animal, como planta medicinal e na produção de madeira; Espinheiro, utilizada na alimentação animal e na produção de madeira; Facheiro, utilizada na alimentação animal, na ornamentação e na produção de madeira; Faveleiro, utilizada na alimentação animal e na produção de madeira; Feijão brabo, utilizada na alimentação animal e na produção de madeira; Imbuzeiro,utilizada na alimentação animal e humana, na produção de madeira; Juazeiro, utilizada na alimentação animal, na produção de sabão e creme dental, como planta medicinal; Jurema Preta, utilizada na alimentação animal, na produção de madeira, como plana medicinal; Jurema Vermelha, utilizada na alimentação animal, na produção de madeira; Macambira, utilizada na alimentação animal e humana, na ornamentação; Mandacaru, utilizada na alimentação animal, na ornamentação, na produção de madeira, como planta medicinal; Maniçoba, utilizada na alimentação animal, na ornamentação, na produção de borracha; Marmeleiro, utilizada na alimentação animal, na produção de madeira; Moleque duro, utilizada, na alimentação animal, na ornamentação, na produção de madeira; Mororó, utilizada na alimentação animal, na produção de madeira; Quebra Faca, utilizada na alimentação animal, na produção de madeira, como planta medicinal; Sabiá, utilizada na alimentação animal, na produção de madeira Sete Cascas, utilizada na alimentação animal, na produção de madeira. Encontramos ainda outras espécies Lenhosas como o angico, urtiga, imburana, aroeira, baraúna.

A vegetação da caatinga e muito rica quanto a sua característica anatômicas, fisiológicas, taxonômicas e ecológicas.

Mariedilsa Felix


PEIXES SENTEM DOR E TÊM SENTIMENTOS

O livro Os peixes sentem dor? revela que os cientistas descobriram que o peixe dourado possui receptores de dor no couro e é capaz de aprender

Para muita gente, o peixe não passa de uma rica fonte de proteínas sem sentimentos. Mas um livro polêmico revela que os cientistas acreditam que esse animal, que já foi símbolo de estupidez, não só sente dor como possui uma vida emocional complexa.

A autora do livro Os peixes sentem dor?, Victoria Braithwaite, explica que não existe um motivo lógico por que as pessoas não devam tratar esses animais com a mesma consideração que dão aos mamíferos e pássaros.

O livro não foi escrito por um vegetariano radical, mas por uma bióloga marinha imparcial... e que come peixe.

Mas a conclusão de Victoria é surpreendente porque não estamos acostumados a ver os peixes como criaturas conscientes, revelou o jornal inglês DailyMail.

A “face” sem expressão dos peixes, sua falta de membros e seu ambiente aquático meio alienígena tornaram difícil saber se eles deveriam ser tratados no mesmo nível dos pássaros, répteis e mamíferos ou agrupados junto a vermes, insetos e lagostas.

Os mamíferos possuem detectores de dor especializados, chamados nociceptores, que transmitem sinais ao cérebro quando eles se ferem. Os peixes também.

Para descobrir se os peixes sentem dor, a autora fez várias experiências. Ela injetou veneno de abelha e vinagre em volta da boca de alguns peixes.

Aqueles que receberam o veneno reagiram de forma diferente dos que não receberam as injeções - eles ficaram com a área irritada e perderam o interesse em comida até que o efeito do veneno passasse.

Experiências recentes feitas pelo biólogo marinho Peter Laming, de Belfast, na Irlanda, mostraram que o caminho da dor existe no peixe dourado, conectando receptores no couro, por meio da medula espinhal, ao cérebro.

Cientistas espanhóis descobriram que o peixe dourado, conhecido por sua estupidez, é capaz de aprender e de lembrar de seu caminho no meio da confusão.

Os chichlids-macho, peixes tropicais de água doce agressivos, são capazes de avaliar a habilidade de luta de seus potenciais rivais só de observar brigas anteriores.

Esta habilidade de criar um ranking mental é chamada de inferência transitiva, uma capacidade que o ser humano só atinge aos quatro anos de idade. (Fonte: Portal R7)

Élvia Campelo



 VOCÊ SABIA?


1. No planeta estima-se que existam 4 600 espécies de mamíferos, 31 000 espécies de peixes e mais de 900 000 espécies de insectos, muitos dos quais ainda não estão identificados.
2. Estima-se que em cada ano se extinguem de 17000 a 25000 espécies de seres vivos em todo o Mundo. Só na Europa há cerca de 1500 plantas em risco de extinção ou já extintas.
3. A preservação das espécies autóctones é absolutamente necessária. Nos Estados Unidos da América só são cultivadas duas espécies de feijão verde e no Canadá 50% do trigo cultivado é de uma só variedade. Na Europa, de 145 raças autóctones de gado 115 estão em perigo de extinção.
4. Todos os anos são destruídos mais de 13 milhões de hectares de floresta tropical. Se as contas forem feitas, isto representa a destruição de 35 mil hectares por dia, 1500 hectares por hora e 25 hectares por minuto.
5. A poluição dos rios e oceanos pode ser a causa da redução de muitas populações animais. É o que se pensa estar a acontecer com a população de beluga ou baleia-branca, no canal de São Lorenço, no Canadá. Pensa-se que em 1900, mais de 5 000 animais viviam nesta zona, mas actualmente estima-se que a população esteja reduzida a apenas 450 indivíduos. Pesquisadores acreditam que o lixo tóxico lançado pelas indústrias situadas ao longo do rio será a causa de mortalidade destes animais, já que exames aos seus corpos revelam altos níveis de produtos químicos nocivos, como policlorados, DDT, mercúrio e cádmio.
6. Muitas espécies de tubarão encontram-se ameaçadas de extinção. A lista de espécies em perigo incluem o tubarão-martelo e o tubarão-azul, que desaparecem a um ritmo de 50 000 animais por ano, apanhados "acidentalmente" em anzóis nas costais do Havai.
7. A pesca do bacalhau caiu, entre 1968 e 1992, cerca de 70%, não por um aumento da consciência ecológica, mas devido ao estado debilitado dos stocks pesqueiros.
8. As populações de garoupa estão em franco declínio, devido à destruição dos recifes de coral no mundo inteiro. Por exemplo, nas Filipinas, os corais são envenenados com cianeto para a captura deste peixe.
9. A tartaruga-verde, que existe nas costas do Brasil, está em extinção. Em cada mil nascimentos, apenas uma ou duas sobrevivem.
10. Os corais, das águas quentes dos trópicos, estão a ficar descorados. Pesquisadores acreditam que eles são as vítimas mais visíveis do efeito de estufa.
11. Os rios amazónicos são os rios com maior diversidade de espécies de peixe no mundo. Já foram descritas mais de 1500 espécies, mas estima-se que existam pelo menos o dobro. Este número é quinze vezes maior do que o número de espécies encontradas nos rios da Europa.
12. Existem mais de 3500 áreas protegidas em todo o mundo. Estas áreas incluem parques, refúgios da vida selvagem e outras reservas. Elas cobrem um total de 5000 m2, ou seja, cerca de 3% da área total da superfície do planeta.
13. Há 100 milhões de anos, os tubarões constituiam cerca de 60% de todas as espécies oceânicas. Actualmente eles são apenas 3% das espécies que povoam os oceanos.
14. Em 25 anos, o tubarão cinzento pode produzir até 20 000 dentes, o que explica porque os dentes de tubarão são das recordações mais frequentemente trazidas dos fundos dos mares.
15. Todos os anos, de 1500 a 2000 tubarões são encontrados presos e normalmente mortos em redes protectoras de tubarões nas costas da África do Sul.
16. Existem ainda poucos conhecimentos da biodiversidade marinha, principalmente a grande profundidade. Um estudo detalhado de uma dessas comunidade revelou que numa área equivalente a metade de um court de ténis existiam 898 espécies. Mais de metade destas espécies foram identificadas pela primeira vez.
17. A âncora de um navio de cruzeiro pode destruir nos fundos marinhos uma área correspondente a metade de um campo de futebol.
Professor Marcelo Rodrigues





Quais são os vulcões ativos no mundo?

Alguns vulcões são mais ativos que outros. Hoje, apenas alguns estão em estado permanente de erupção, como o Stromboli, nas ilhas Lipari, perto da Sicília (Itália), e o Izalco, em El Salvador.Estima-se que existam atualmente 1.500 vulcões ativos no mundo, 550 em terra e o restante no oceano. Algumas regiões do planeta estão sendo monitoradas continuamente em relação à atividade vulcânica, como o Alasca, a Islândia, a Indonésia, o Equador, o Japão, a Itália e, mais recentemente, o México. Na Itália há cinco vulcões "preocupantes"; no Japão, oitenta e seis... E o número de erupções no mundo vem aumentando já há tempos.

Outros vulcões em constante atividade são encontrados no chamado "Anel de Fogo", que cerca o oceano Pacífico. Um cinturão similar nas Américas Central e do Sul inclui Cuilapa Miravalles, na Costa Rica, e Sangay e Cotopaxi, no Equador, como o Vesúvio, continuam em estado moderado de atividade por períodos mais ou menos longos e então adormecem por meses ou anos. O Atitlán, na Guatemala, permaneceu ativo por cerca de 300 anos antes de 1843 -desde então, está inativo.

A erupção que se sucede ao período de dormência é geralmente violento, como o registrado em 1980 no monte Saint Helens, nos Estados Unidos, depois de 123 anos de inatividade. A forte explosão do monte Pinatubo, nas Filipinas, em 1991, aconteceu depois de seis séculos de dormência.




O Japão possui 67 vulcões "vivos" (ativos ou latentes), muitos deles com bases de encostas com pouca inclinação, como o in­comparavelmente belo Monte Fuji. Entre eles, o Asama, o Mihara, o Aso e o Sakurajima são particularmente ativos. O últimos deles, o Monte Sakurajima, tem entrado em erupção continuamente desde 1959, cobrindo com freqüência a cidade vizinha de Kagoshima com suas cinzas.



As ilhas da Indonésia possuem 130 vulcões ativos.



O Monte St. Helena, no Estado de Washington (EUA).



Como parte do "Cinturão de Fogo" que se estende ao longo do Pacífico, o México possui vários dos mais ativos vulcões do mundo.



Cronologia das erupções vulcânicas mais importantes:



79 d.C. Vesúvio (Pompéia, Itália)



1586 Kelut (Indonésia)



1672 Merapi (Indonésia)



1660 Guagua Pichincha (Equador)



1783 Laki (Islândia)



1792 Unzen (Japão)



1815 Tambora (Indonésia)



1883 Krakatoa (Indonésia)



1902 Monte Pelée (Martinica)



1912 Katmai (Alaska)



1929 Santiaguito (Guatemala)



1956 Bezymianny (Rússia)



1963 Surtsey (Islândia)



1980 St. Helens (USA)



1985 Nevado del Ruiz (Colômbia)



1991 Pinatubo (Filipinas



1998 San Cristobal (Nicarágua



1998 Pacaya (Guatemala)



2002 Shiveluch (Rússia)



2002 Nyragongo (República Democrática do Congo).

Alguns vulcões são mais ativos que outros. Hoje, apenas alguns estão em estado permanente de erupção, como o Stromboli, nas ilhas Lipari, perto da Sicília (Itália), e o Izalco, em El Salvador.



Outros vulcões em constante atividade são encontrados no chamado "Anel de Fogo", que cerca o oceano Pacífico. Um cinturão similar nas Américas Central e do Sul inclui Cuilapa Miravalles, na Costa Rica, e Sangay e Cotopaxi, no Equador.



Outros vulcões, como o Vesúvio, continuam em estado moderado de atividade por períodos mais ou menos longos e então adormecem por meses ou anos. O Atitlán, na Guatemala, permaneceu ativo por cerca de 300 anos antes de 1843 --desde então, está inativo.



A erupção que se sucede ao período de dormência é geralmente violento, como o registrado em 1980 no monte Saint Helens, nos Estados Unidos, depois de 123 anos de inatividade. A forte explosão do monte Pinatubo, nas Filipinas, em 1991, aconteceu depois de seis séculos de dormência.