segunda-feira, 1 de março de 2010

Mortos por terremoto no Chile já passam de 700

Do Diário OnLineCom AFP


O forte terremoto de 8,8 graus de magnitude que atingiu o centro e o sul do Chile na madrugada de sábado já causou a morte de mais de 700 pessoas, a maioria delas na região de Maule, no sul do país, informou a presidente chilena, Michelle Bachelet, na tarde deste domingo. "Há um número crescente de pessoas desaparecidas", destacou Bachelet após presidir uma reunião do Comitê de Emergências, indicando assim que o balanço de vítimas ainda deve aumentar.
Dos 708 mortos confirmados até o momento, pelo menos 541 se concentram na região de Maule, cerca de 300 km a sul de Santiago, cuja área costeira sofreu um tsunami, segundo Bachelet. A presidente informou que nas zonas de Maule e Maule foi decretado o "estado de exceção de catástrofe" por 30 dias, para "garantir a ordem pública e acelerar a entrega de ajuda".
O governo chileno ordenou ainda a distribuição gratuita de alimentos nas zonas afetadas, que sofreram uma
onda de saques a lojas e supermercados neste domingo.
Francisco Vidal, ministro da Defesa do Chile,
admitiu que a Marinha cometeu um erro ao descartar a ocorrência de um tsunami pouco depois do terremoto que sacudiu o país.Transportes - O Aeroporto de Santiago foi reaberto neste domingo para os voos internacionais, após ser fechado em consequência do terremoto. Segundo a Televisão Nacional do Chile, chegaram a Santiago hoje voos procedentes de Miami e de Lima, após escalas em aeroportos do norte do país, onde os passageiros realizaram os trâmites de entrada no país.
O Aeroporto Internacional permanece fechado para decolagens devido aos sérios danos no terminal de passageiros, apesar de as pistas estarem intactas. Por enquanto,
não há previsão de envio de envio de aeronaves brasileiras para o Chile, mas a embaixada brasileira está cadastrando interessados em retornar ao País.
Professor Marcelo Rodrigues

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